Hoje, noite de sexta-feira…

Pois é, vou escrever aqui, creiam-me: estou viva. Saí da fila dos autógrafos, perdi a mesa de Nadine (juro) e agora consegui entrar na sala de imprensa: com computadores disponíveis e conexão razoável! Não é incrível? Mas, não vou tagarelar muito, não. Dentro de 20 minutos as ótimas mesas da maravilhosésima OFF FLIP me esperam. Não posso fazer queixa da falta de tempo. Veja bem, quando digo “não posso” não estou dizendo que mandaram a gente não falar a respeito, nem que mandaram ou desmandaram qualquer coisa. Longe de mim dizer algo semelhante. As regras aqui são de brincadeirinha. Eu demoro a descobrir as coisas, mas até o final da FLIP vai cair a minha ficha. Tem que cair. As regras são a parte divertida (vou contar melhor, prometo). Uma das coisas engraçadas é este tipo de informação que sai por escrito muito bem clara: “proibido fotografar fulano”. Aí eu tomo um quase nojo da cara do fulano e quando o encontro, lá está ele lindo-leve-serelepe-sorridente fazendo fotos ao lado dos seus leitores e fãs, fazendo pose para os fotógrafos amadores e para os jornalistas. E a minha cara de otária fica a perguntar para os meus botões imbecis de onde saiu a notícia oficial? Não sei. Tem muita coisa por aqui que eu não explico. Acho que a FLIP é algo da minha imaginação, não é de verdade. É literatura.

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