Quando eu ainda não sabia
Porque tudo aconteceu muito rápido. Culpa minha pelo dia de folga que não me dei antes de tudo começar. O impacto diante das regras que (por favor, não me deixem esquecer de mencionar aqui o texto de literatura de estimação de Veronica Stigger) logo no show de abertura me deixou tonta. E burra. Sim, porque no dia seguinte eu ainda achava que a tonteira era cansaço. E não era. Engraçado a Mesa 2 composta por Chacal e Lobão justamente na manhã seguinte… e a gente rindo sobre coisas como o controle das gravadoras, o tanto que se batalha para conseguir mudar algumas coisas, blablabla-blablabla. Eu, naquele momento, era público de fato. Estava na platéia com minhas câmeras compactas e em momento algum passou por minha mente que eu estivesse cometendo algum erro. Mas estava. Estava?! Bem, alguém que estava na porta antes que eu pudesse chegar “diante da Lei”, me disse que sim. Agora é tarde. E lamentavelmente eu soube antes das outras mesas… portanto, aí vai o que uma pessoa comum pode colher sentada em uma platéia da FLIP. Não é vendável. Não tem qualidade. E nem vem ao caso, convenhamos. É só o registro comum de quem gosta de literatura, música, poesia e idiotamente vai tentando capturar palavras de pessoas (obviamente também comuns porque ainda que haja controvérsias, as estrelas estão no céu).
Depois, mantive minhas maquininhas desligadas durante as mesas, como convinha às Leis. Deixei para os rapazes-lagartixas o trabalho sujo. E falarei a respeito, é claro.
Aí vão uns videozinhos amadoríssimos e gostosos da Mesa Uivos com Chacal e Lobão.
Palavras de Chacal:
Um poema de Lobão:
Mais Chacal:
Tá…
Se eu conseguir driblar a gripe e o cansaço, trago mais Lobão para cá, de preferência, com sua “caixa preta”. Aguardem e confiem.
U P D A T E (como prometi)
Palavras (mais ou menos assim) do Lobão:
Vou tocar uma música que eu fiz quando o Tom Jobim morreu. O Tom morreu e eu pensei assim… Pô, já faz um tempo, né? Mas Olha só que loucura. Lembrei de uma música super significativa que é o Samba do Avião, a gente sempre quando tá sobrevoando o Rio de Janeiro vem aquela… “minha alma canta”, né?… linda! E quando o Tom morreu eu pensei: pô esse samba do avião já não cabe mais no Rio de Janeiro. Então eu pensei assim: bom, o avião caiu e só sobrou a caixa preta. Então, este aqui é o Samba da Caixa Preta. Uma homenagem à cidade em que nasci:
julho 17th, 2007 at 4:30 pm
Valeu pelo ingresso Sérgio. Quebrou forte o meu galho.
Quanto à mesa, curti. Não foi nada absurdão, mas achei essencial pra começar de forma descontraída a Flip.
No mais, queria te pedir depois duas imagens de sua escolha que sintetizassem melhor o que foi a Festa. Não precisava ser necessariamente de um autor, mas talvez de um espaço ou uma situação. Queria botar numa coluna pessoal, lógico, creditando a foto em seu nome.
E de novo bicho, parabenizar o profissionalismo e o cuidado com o qual você e a Ane fizeram toda a cobertura. Ficou extremamente foda.
Grandabraço e só alegria!