Arnaldo Jabor

arnaldojabor2.jpgArnaldo Jabor nasceu no Rio de Janeiro, em 1940. Estudou Direito na PUC-RJ e foi um dos nomes mais importantes do Cinema Novo. Seu primeiro longa-metragem, “Opinião pública”, documentário rodado em 1967, radiografa as idéias da classe média após o golpe militar de 1964. Seu terceiro longa, “Toda nudez será castigada”, de 1973, adaptado da peça homônima de Nelson Rodrigues, foi um grande sucesso de bilheteria e recebeu o Urso de Prata no Festival de Berlim. Continuou no universo rodrigueano ao adaptar para as telas a peça “O casamento”, em 1975, filme bem recebido pela crítica e pelo público. Dirigiu outros filmes importantes, como “Tudo bem”, “Eu sei que vou te amar” e “Eu te amo”.

Deixou de fazer cinema quando o presidente Collor extinguiu a Embrafilme e inviabilizou a produção nacional. Jabor voltou-se então para o jornalismo e tornou-se colunista. Assina crônicas nos jornais “O Estado de S. Paulo” e “O Globo”, e é comentarista de telejornais da Rede Globo e na rádio CBN. Aborda temas tão diversos como política nacional e internacional, cinema, artes, sexualidade, amor, filosofia.

Publicou seis antologias de crônicas que escreveu para jornal: Os canibais estão na sala de jantar (Siciliano), Brasil na cabeça (Siciliano), Sanduíches de realidade (Objetiva), A invasão das salsichas gigantes (Objetiva), Amor é prosa, sexo é poesia (Objetiva) e Pornopolítica (Objetiva).

Fonte: Lu Fernandes Escritório de Comunicação.