BELVEDERE

junho 29th, 2007

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Lançamento BELVEDERE

A festa de lançamento do livro do poeta Chacal
será comandada pelo DJ Dany Rolan e Augusto Massi.
Carlito Azevedo e o autor do livro recitarão poemas.

Quinta-feira, 05 de julho, das 22h às 02h
Bar do Lúcio
Pça.da Matriz, 03
Centro Histórico de Parati (RJ)
Tel. (24) 3371 8261
Entrada franca

Oficina de Contos anuncia selecionados

junho 29th, 2007

A oficina de contos “As tragédias cariocas hoje”, ministrada por Sonia Rodrigues, anuncia os nomes dos 23 aspirantes a contistas que foram selecionados pela comissão julgadora da oficina. Veja a lista com os nomes abaixo:

Adriana Vieira Soares Lomar
Alair Alves de Carvalho
Angela Nelly Gomes
Angélica Ferrasoli
Beatriz Diogo Tavares
Bruno Gonzaga Fiuza
Catarina Leite Alves
Clarisse Ilgenfritz
Daliane Nogueira de Oliveira
Elisabeth Fernandes Martini
Eneida Maria Peixoto de Azevedo
Jaqueline Pierazzo Pereira
Joao Felício de Oliveira filho
José Mauro Barbosa Reis
Liliane Maria Braga Alves Pinto
Lucia Novais
Maria de Deus Oliveira de Siqueira Alves
Marissa Gorberg
Mauro de Freitas Rebelo
Rosane de Bastos Pereira
Sigrid Hoppe
Tiago Henrique Savio
Vladimir Silva

Fonte: Site Oficial

FLIP - Outros olhos

junho 29th, 2007

O British Council fez contato conosco para informar que também estará com sua equipe presente nos 4 dias da FLIP, com o objetivo de realizar uma cobertura da literatura britânica. A novidade para este ano é que, pela primeira vez,  utilizarão o blog como ferramenta de divulgação do evento, com a promessa de fotos, entrevistas, reportagens e vídeos com os melhores momentos da festa. Esta é uma das grandes vantagens da internet. Proporcionar a todos uma diversidade de olhares nunca vista.  A democracia do olhar.

A cinco dias da FLIP

junho 29th, 2007

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Os preparativos para a FLIP estão na reta final. Quando a maioria de nós chega à Paraty, já encontra tudo pronto. E muita gente acaba esquecendo ou mesmo nem se dando conta do trabalho que dá a organização de um evento desse porte. A quantidade de pessoas envolvidas, a correria, as desistências de última hora como no caso do William Boyd, substituído pelo angolano José Eduardo Agualusa (na minha opinião, ganhou a FLIP).

É claro que falhas existem. A questão da venda de ingressos continua sendo o maior alvo de reclamações. Acredito que na próxima edição a organização prestará mais atenção a isso. Mas apesar de qualquer falha, natural em grandes eventos, impossível não sair de Paraty com aquele gosto de “quero mais”.

Uma das coisas que não costumamos ver é a montagem das tendas. Aquelas enormes bolhas de lona e lycra com auditório, cadeiras confortáveis e ar-condicionado. Espaços muito bem planejados e construídos rapidamente por trabalhadores para nós, invisíveis.

As fotos acima foram gentilmente cedidas por Ricardo Sant’Anna, que trabalhando na montagem, resolveu documentá-la no fotolog http://flip2007.nafoto.net.

Uma tragédia em 24 atos

junho 29th, 2007

Nelson Rodrigues costumava dizer que sua vida era “Uma tragédia em 24 atos”. A vida do escritor e dramaturgo homenageado pela FLIP neste ano oscilou entre o sucesso e o fracasso, o amor e a morte. Os dramas de seus personagens várias vezes esbarraram em episódios passionais da vida do autor. O “tarado” ou “gênio”, como era chamado pelos críticos e fãs, terá a vida exposta em Parati, durante a V FLIP, de 4 a 8 de julho. Não será em 24 atos, mas em 24 painéis fotográficos, distribuídos na Tenda dos Autores. Quem quiser ainda pode conferir as últimas entrevistas do escritor, transmitidas na Igreja de Santa Rita.

“A disposição das 24 fotografias da mostra não vai acompanhar a cronologia do Nelson”, explica o diretor teatral Marco Antônio Braz, curador da exposição. Confissões retiradas de seu livro A menina sem estrela e trechos de peças vão mostrar pontos importantes da vida do escritor de maneira aleatória. A sua foto de casamento, por exemplo, vem acompanhada de um trecho da antológica peça “Vestido de Noiva”. A peça, aliás, vai inspirar uma cenografia na Igreja de Santa Rita. Um imenso véu será pendurado na torre da igreja. Logo em frente, uma cabra ficará presa a um poste. Dentro do templo, poderá se ouvir o áudio das últimas entrevistas de Nelson, para o antigo programa Vox Populi, da TV Cultura, e para o jornalista Otto Lara Resende.

Na Tenda dos Autores, além das imagens serão expostas algumas gravuras do irmão de Nelson, o artista plástico Roberto Rodrigues. As confissões do autor mostram um dos períodos mais dramáticos e trágicos de sua vida. Roberto foi assassinado com um tiro na redação do jornal “A Crítica”, da sua família. O alvo era o seu pai, Mário Rodrigues, que no dia anterior publicara uma notícia polêmica sobre o desquite da assassina.

Também há fotos do garoto Nelson, com seus pais e irmãos. O escritor nasceu no Recife, mas viveu toda a vida no Rio, cenário primordial de suas tragédias e comédias de costume. Filho de político, já com oito anos o menino assustou a professora: num concurso de composições, Nelson apresentou uma história picante de adultério e crime passional. Ele levou o prêmio, mas a redação não foi lida em classe, conforme o previsto.

A mostra Uma tragédia em 24 atos deve ficar em cartaz ao longo das atividades da FLIP – Festa Literária Internacional de Parati.

Fonte: Site Oficial

Mapa de localização da OFF-FLIP 2007

junho 28th, 2007

Para facilitar a vida de quem não conhece Parati, nunca foi a FLIP/OFF-FLIP ou mesmo vai chegar durante o evento, sem tempo para pegar os folders com todas as informações, estamos disponibilizando um mapa de localização dos eventos da OFF-FLIP. O mapa é oficial e foi gentilmente cedido pela organização da OFF.

clique aqui e veja o mapa!

Prêmio OFF FLIP de Literatura divulga os vencedores

junho 27th, 2007

Criado em 2006 por iniciativa da OFF FLIP, o Prêmio OFF FLIP de Literatura conta com o apoio da Secretaria de Turismo e Cultura de Paraty e a cada ano é dedicado a um gênero literário.

O Prêmio teve um crescimento expressivo. Em 2006 participaram cerca de 200 poetas de todo o Brasil. Este ano foram quase 400 contistas de 21 estados brasileiros. Nesta edição de 2007 o Prêmio foi aberto também à participação de brasileiros residentes no exterior. A OFF FLIP recebeu envelopes de 8 países: Alemanha, China, EUA, Itália, México, Paraguai, Senegal e Suíça. Autores de expressão no cenário literário brasileiro figuram entre os finalistas – como o premiado escritor Lourenço Cazarré.

A comissão julgadora nacional foi composta por Claudio Willer, David Oscar Vaz e Jeanette Rozsas – três escritores de expressão no cenário literário brasileiro. A comissão local foi formada por Amaury Barbosa (presidente do Comitê Executivo Pró-UNESCO de Paraty), Célia Flud (artista plástica com vasta formação em Letras) e Gabriela Gibrail (uma das coordenadoras do programa educativo da FLIP).

Os três vencedores na categoria nacional serão contemplados com estadia em Paraty durante a OFF FLIP. Os três vencedores nas duas categorias recebem convites para eventos oficiais da FLIP e participam de almoço de confraternização no Restaurante Ilha Rasa. O primeiro colocado em cada categoria receberá 10 livros da Editora Record e ganhará um passeio pela baía de Paraty na Escuna Banzay.

A cerimônia de premiação acontece no dia 07 de julho no Villas de Paraty Pousada. Em 2008 a OFF FLIP pretende estender as inscrições a todos os países lusófonos e publicar os textos vencedores dos dois anos anteriores em uma coletânea.

OS VENCEDORES NA CATEGORIA NACIONAL
1º lugar - Luis Roberto Vassallo (São Paulo–SP) – “Desconstrução”
2º lugar - Katia Godinho Gilaberte (Embaixadora do Brasil no Senegal) – “Travessia”
3º lugar - Maurício Decker (Curitiba–PR) – “O mestre canoeiro”

Outros autores premiados
[em ordem alfabética]
Diego Paleólogo Assunção (Rio de Janeiro– RJ) – “A desestruturação de Penélope”
José Eduardo Alcazar (Assunção-Paraguai) – “Menino que torturava insetos”
Lourenço Cazarré (Brasília–DF) – “A noite não deveria existir”
Mauro de Abreu Pinheiro (Rio de Janeiro– RJ) – “Resíduos de Helga”

Menção Honrosa
[em ordem alfabética]
Arnaldo Luis Miranda (Nova Friburgo–RJ) – “Fogo, compadre?”
Maurício Fiorito de Almeida (Campinas–SP) – “Cano”
Rubens da Cunha (Joinville–SC) – “Foi pra isso”

OS VENCEDORES NA CATEGORIA LOCAL
[nascidos ou residentes em Paraty]
1º lugar - José Tadeu Saraiva – “A caixa”
2º lugar - Indalécia Campos Freire – “Recado do mar”
3º lugar - Jacira Diniz – “Encanto”

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Curadoria
Ovídio Poli Junior

Paraty, 25 de junho de 2007.

Mudanças na Mesa 5

junho 27th, 2007

William Boyd, que debateria com Kiran Desai, cancelou sua participação por razões pessoais. Agora quem estará ao lado de Kiran Desai, hindu radicada nos EUA, em uma mesa sobre a relação entre ficção e vida itinerante, é o angolano José Eduardo Agualusa, um dos principais escritores contemporâneos da língua portuguesa.

A FLIP divulgará em breve os procedimentos que devem ser tomados por quem quiser devolver ingressos já adquiridos para tal mesa.

05/07, Quinta-feira, 19h
Mesa 5 – Tão longe, tão perto:
José Eduardo Agualusa e Kiran Desai

Mesa 16

junho 27th, 2007

Mesa 16 – Um beijo
7 de julho, sábado, às 22h
R$ 20

A diretora Bia Lessa fará na FLIP uma leitura da peça rodrigueana O beijo no asfalto com autores no lugar de atores. São ficcionistas, ensaístas, importantes estudiosos de Nelson: Adriana Armony, André Sant’Anna, Ângela Leite Lopes, Carlito Azevedo, Chacal, Flora Süssekind, Jorge Mautner, Liz Calder, Nelson Motta, Sérgio Sant’Anna, Silviano Santiago, Suzana Macedo e Veronica Stigger.

Os ingressos podem ser adquiridos pela internet, no site Ingresso Rápido, nos pontos-de-venda ou por telefone. Além disso, serão vendidos a partir do dia 04/07 na bilheteria da FLIP, em Parati.

Colaboração bem-vinda

junho 27th, 2007

O André comentou num post abaixo sobre sua programação particular para esta FLIP:

Tendo em vista a experiência do ano passado, programei minha estadia de forma a aproveitar do melhor modo possível tanto a feira como os passeios. Chegarei na 3ª feira, e ainda a caminho seguirei a tilha que leva a Praia do Sono. Na Zeca-feira pegarei um barco em Paraty-Mirim e irei até a Praia Grande da Cajaíba, de onde seguirei pela Trilha do Peixe. Na 5ª feira pretendo esticar até Mambucaba, e depois do almoço chegar até a Estação Ariró. Na 6ª-feira estarei o dia inteiro acompanhando as mesas da FLIP. No sábado pretendo ir de barco, via Paraty-Mirim, até o Saco do Mamanguá, e quem sabe subir ao Pão de Açúcar; à noite, estarei na Tenda para acompanhar J. M. Coetze. Não tenho ainda uma programação para o domingo; só sei que à noite acompanharei a sessão de encerramento.

Agora, por conta do interesse de outras pessoas, ele acrescenta:

Como algumas pessoas se interessaram nos roteiros que pretendo fazer, informo que na 4ª feira, 04/07, estarei na Praia de Paraty-Mirim, onde por volta de 9:00h pretendo partir em direção ao Pouso da Cajaíba. O preço praticado pelos barqueiros do local gira em torno de R$ 35,00/hora, e as embarcações costumam acomodar 12 pessoas. Sugiro ainda que os interessados acessem o site Trilha do Peixe, onde poderão conferir belíssimas fotos daquela região.

Valeu, André! Conferimos o site que você indica e é tudo de bom! ;)

Olhar sobre Paraty

junho 26th, 2007

Ricardo Freire traduz um texto de Christopher Hitchens falando sobre a cidade de Paraty que ele conheceu durante a FLIP 2006: Paraty, por Christopher Hitchens. Interessantíssimo em imagens e impressões particulares.

Opção Camping

junho 25th, 2007

Para quem ainda não reservou hospedagem e está inclinado à praticidade de uma barraca e um colchonete, os campings em Paraty e arredores são uma boa opção. Nossa sugestão vem do site Paraty Tur que indica uma lista bem legal de locais para acampamento: aqui ó. Além desta dica, há outras valiosíssimas no site que vale um olhar atento especialmente para quem é de primeira viagem.

Muito longe de casa

junho 23rd, 2007

ishmaelbeah-capa.jpgNos anos 90, Ishmael era um garoto de Serra Leoa que gostava de Shakespeare e de hip-hop e que teve aos doze anos a infância interrompida, quando a guerra civil chegou à sua aldeia. Conseguiu escapar dos rebeldes que assassinaram sua família: a Frente Revolucionária Unida, FRU, que iniciou o conflito é um grupo conhecido por atrocidades como amputar as mãos de suas vítimas. Escapou dos rebeldes e foi cair nas mãos das tropas governamentais que o recrutaram para o combate, recebendo alimentação (feita de drogas pesadas) e treinamento que o transformaria num assassino obstinado e em um escravo das circunstâncias. Passou a não reagir mais como uma pessoa normal, era como se estivesse anestesiado. Segundo ele, recrutar crianças tornou-se uma prática natural tanto por rebeldes como pelas tropas do governo e a única diferença era que os soldados leoneses não mutilavam suas vítimas. Entre os fatos narrados há um momento em que, atingido no pé em um dos combates, foi obrigado pelo comandante a apontar entre os inimigos capturados quem era o responsável por seu ferimento. Respondeu não ter certeza se o atirador era um dos prisioneiros:

“Mas qualquer um deles poderia ter atirado. Então, todos eles foram alinhados, seis deles, com as mãos amarradas. Eu atirei nos seus pés e assisti ao sofrimento deles um dia inteiro antes de finalmente atirar na cabeça para que eles parassem de chorar”.

Resgatado pela Unicef após três anos atuando como soldado infantil, voltou a estudar, passou a morar em Nova York e tornou-se um porta-voz da campanha contra a barbárie: 300 mil crianças são forçadas a combater em 50 conflitos no mundo, em sua maioria na África.

O livro, lançado pela Ediouro no Brasil, também foi uma prova difícil para Ishmael. No início ele sofreu interrogações sobre a veracidade da história. Como compreender que um garoto possua tal memória fotográfica sem compreender que sua cultura estava apoiada por séculos numa tradição de história oral? Os fatos narrados são de fato dolorosos e cruéis, tanto quanto a violência narrada por Paulo Lins em Cidade de Deus. Violência que talvez deva ser encarada pela esperança no relato de resgate que Beah faz em seu livro.

Trezentas mil crianças-soldado, lavagem cerebral, entorpecentes, abusos dos senhores da guerra, morte. Muitas hoje ainda sofrem com as conseqüências. Fã de hip hop e de boa literatura, Ishmael Beah, após passar a infância e a adolescência na roda-viva da guerra, foi reabilitado pela Unicef e teve a chance de contar o que qualquer ficção jamais conseguiria recriar. Uma narrativa convincente, de linguagem bem acabada da visão do inferno, por quem esteve lá e conseguiu sair com vida.


Título: Muito longe de casa
Autor: Ishmael Beah
Tradução: Cecília Giannetti
Páginas: 224,
Altura : 23 cm, Largura : 15,5 cm
ISBN 9788500021213
Editora: Ediouro
R$ 34,90
Lançamento: Junho/06

“O lugar do Escritor”, fotografias de Chiodetto

junho 20th, 2007

retratos.jpgComo parte integrante da agenda oficial da FLIP (Feira Literária Internacional de Parati), a galeria Zoom recebe a exposição de fotografias “O Lugar do Escritor”, do jornalista e fotógrafo Eder Chiodetto, com coquetel de abertura no dia 04 de julho, às 18hs, antes do show da Orquestra Imperial e João Donato, na praça da Matriz, que dá a largada para a Feira Literária.

Lançado pela editora CosacNaify, o livro foi um dos vencedores do Prêmio Jabuti 2004. Para a mostra na Galeria Zoom, Chiodetto selecionou 30 retratos em preto-e-branco de ficcionistas brasileiros como Moacyr Scliar, Silviano Santiago, Jorge Amado entre outros.

A galeria Zoom, fundada pelo designer e fotógrafo italiano Giancarlo Mecarelli há dois anos, esta abrigada no belíssimo Sobrado dos Calixtos, construído no século XVIII, no centro histórico de Parati. Para a mostra de Chiodetto, Mecarelli selecionou uma trilha musical a partir de clássicos do grupo Modern Jazz Quartet.
 
A exposição estará aberta durante todos os dias durante a FLIP, das 15h às 23h. Após a FLIP a mostra segue até 26 de agosto, as sextas e sábados, das 19h às 23h. Tanto o livro como as fotografias expostas estarão à venda durante o período da mostra.

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Quem vai?

junho 14th, 2007

Só para saber com quem a gente vai poder bebericar pelos bares de Parati. Você vai? Quando? Como? Onde vai ficar? Queremos saber tudinho. Ah… você não vai? E por quê? Já foi e não gostou? Nunca foi e não gostou? Nunca foi e sempre adorou a idéia? Essas histórias também fazem uma FLIP, sabia?

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d e g u s t a ç ã o