Uma rapidinha com Flávio Moura

Na última quarta-feira, antes da coletiva de imprensa, nosso correspondente em São Paulo bateu um papo rápido como Flávio Moura.

Recortes: Flávio, você assumiu a diretoria de programação da FLIP no meio do processo. Gostaríamos que você falasse um pouco sobre isso, se já havia uma lista de convidados, as dificuldades encontradas na montagem da programação.

Moura: Bem, eu assumi a programação em dezembro. Na realidade ainda não tinha nenhuma confirmação, não tinha nenhum nome fechado. Então foi de dezembro para cá, que a gente… montou esse time, essa escalação.

Recortes: Esse ambiente de surpresa que foi criado, a falta de informações, a programação não foi divulgada muito em cima da hora?

Moura: Você acha cara? (risos…) temos aí um mês ainda para a FLIP, a programação já está inteira divulgada. (mais risos…)

Recortes: Sim, mas no ano passado isso aconteceu bem antes. Bem, a programação está aí, há bons nomes, qual é a sua aposta?

Moura: Eu não apostaria em apenas uma mesa, acho que há várias que podem render discussões importantes, que podem ter uma boa repercussão, acho que o elenco de autores é bem eclético, acho que tem para os gostos mais variados, eu não apostaria numa direção apenas, acho que tem várias direções.

Recortes: Você saberia falar sobre um livro que não leu?

Moura: (gargalhadas…) acho que o Pierre Bayard é um provocador,é um dos autores que… acho que obviamente ele não diz isso ao pé da letra, é uma provocação, né? quer dizer, é um argumento que precisa ser lido naquilo que ele tem de irônico e acho que lá a FLIP vai ser uma oportunidade boa para ele explicar melhor exatamente o que ele quis dizer com isso.

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