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Dia D

terça-feira, junho 10th, 2008

No horário combinado, certo?
Errado.

Você tentou comprar pela Internet? Não consta o evento no dia e hora combinados. Calma. Respire.

Tentou por telefone às 9 horas e não conseguiu completar a chamada. Conseguiu completar e uma gravação informou que vc era o número 85: “obrigada pela sua paciência”? Pelo menos os robôs são educadinhos. Ficou 40 minuos gastando seu tempo e dinheiro com a ligação telefônica em contagem regressiva para, ao final disso, a moça informar: “FLIP? Ingressos para patronos, patrocinadores e parceiros somente a partir das 15 horas; ingresso para o público comum a partir das 10 horas”. Você é público comum, mas vai ter que desligar e ligar novamente. Calma. Respire.

Você liga outra vez… e é novamente o 85. Respire.

No posto de venda, às 10 da manhã deste lindo dia 10: “FLIP? Não consta no sistema”. Calma. Respire.

Pode até parecer que você está tentando comprar ingressos para ver The Beatlles com John Lennon e tudo, mas é a FLIP. E não esqueça: no final tudo vai dar certo. Calma. Respire.

Ingressos

quinta-feira, junho 5th, 2008

A venda antecipada inicia em 10 de junho.

Para esclarecer dúvidas sobre preços dos ingressos, taxas, sistema de venda antecipada, pontos de venda, Internet, telefone e outros detalhes, veja aqui.

Homenagem

quinta-feira, junho 5th, 2008

FLIP homenageia a obra de Machado

Pobre, mulato, doente, filho de pintor de paredes e de uma portuguesa dona de casa, neto de escravos libertos, órfão de mãe aos dez anos, nascido num morro do Rio de Janeiro, Machado de Assis tornou-se o maior escritor brasileiro. Com uma obra que abrange crônica, romance, poesia, conto e teatro, deixou para a literatura um legado que ainda hoje desafia os intérpretes e polariza a principais vertentes da crítica literária brasileira.

Na impossibilidade de abranger toda a extensão de sua produção, a FLIP optou por uma homenagem comedida e equilibrada. Por isso, para abrir a sua sexta edição, convidou Roberto Schwarz, o mais destacado intérprete da obra de Machado. Na conferência, a primeira que ele fará no ano de celebração do centenário de morte do escritor, será discutido o livro Dom Casmurro, por ele considerado o “romance possivelmente mais refinado e composto da literatura brasileira”.

Com base em texto inédito, Schwarz mostra que uma das armas de que dispõem os narradores de Machado é o preconceito social. Machado teria conseguido iludir o leitor por ser capaz de construir personagens que compartilham seus preconceitos – e Bentinho é um dos exemplos mais bem-acabados desse tipo de conduta. “A participação de Schwarz está inserida na proposta de uma homenagem crítica, séria e articulada”, explica Flávio Moura, Diretor de Programação da FLIP.

Na programação principal, a homenagem continua com a mesa “Papéis avulsos”, que reúne o embaixador, crítico e tradutor Sérgio Paulo Rouanet, a pesquisadora Flora Süssekind e o cineasta Luiz Fernando Carvalho. Envolvidos em trabalhos recentes relacionados à obra de Machado, cada um sob um ângulo distinto, eles trazem a Paraty uma mistura de gerações e perspectivas que atesta a versatilidade do maior escritor brasileiro.

Entre as outras atrações programadas na homenagem a Machado de Assis destacam-se a dramatização da peça Nonada, pela Companhia do Feijão, que consiste num diálogo entre clássicos personagens da literatura brasileira, entre os quais Brás Cubas. A programação inclui ainda leituras de peças do próprio autor de Memórias Póstumas, como a comédia em um ato Quase Ministro (1864), e uma mostra de cinema com adaptações de diversas de suas obras.

[A4 Comunicação]

Inscrições abertas para oficina literária

quarta-feira, junho 4th, 2008

A VI edição da FLIP está oferecendo uma oficina literária com Karim Aïnouz (diretor de O Céu de Suely e Madame Satã) e participação de Lucrecia Martel, abordando roteiro cinematográfico. Serão 60 selecionados através da análise de currículos que devem ser enviados até 11 de junho para: selecaooficina@flip.org.br. O resultado será informado no dia 18 de junho através do site oficial da FLIP que entrará no ar com todas as novas informações nos próximos dias. Veja o Regulamento.

Programação Oficial

quarta-feira, junho 4th, 2008

A partir de agora passamos a divulgar aqui a programação oficial da VI FLIP que acontecerá em Paraty entre 02 e 06 de julho.

Acompanhe aqui.

Este ano preço dos ingressos para a Tenda dos Autores e Tenda Matriz custarão respectivamente R$ 25,00 e R$ 8,00 (mais taxas) com venda antecipada a partir de 10 de junho pela Ingresso Rápido.

É hoje

quarta-feira, junho 4th, 2008

Conforme a Assessoria de Imprensa, hoje é o dia marcado para a divulgação dos nomes de todos os autores (brasileiros e estrangeiros) além da programação oficial da VI Edição da FLIP em Paraty. Em São Paulo, reúnem-se com a imprensa o presidente da Casa Azul, Mauro Munhoz e o diretor de programação da FLIP, Flávio Moura.
Aguardemos, pois.

E mais…

terça-feira, junho 3rd, 2008

Ao que tudo indica, teremos mais um gaúcho na VI edição da FLIP.

T c h a r a r a n ! ! !

Aguarde que já sai do forno.

Uma mesa para o frio

domingo, junho 1st, 2008

Embora a programação oficial ainda não tenha sido divulgada, sopra um vento minuano lá dos pampas que antecipa (extra-oficialmente, é claro) algo ao pé do ouvido.

Vitor Ramil estará numa mesa chamada “Estética do Frio” da qual participarão também Nathan Englander e Martín Kohan. Em comum: o fato de terem escrito sobre Buenos Aires.

Ramil foi escolhido melhor cantor na categoria juri popular do Prêmio Tim e, apesar do frio “daqueles pagos”, vem mostrando junto com Marcos Suzano em Satolep Sambatown que a música do sul faz um balanço gostoso e quentinho. Agora vamos aguardar o aquecimento das próximas mesas na FLIP.

Autor homenageado

domingo, junho 1st, 2008

 

Do Almanaque Machado de Assis - Vida, obra, curiosidades e bruxarias literárias.
Por Luiz Antonio Aguiar
Editora Record, 2008

Paraíso Perdido

quarta-feira, maio 28th, 2008

“Hipnótico. [...] Os personagens de Nooteboom são cativantes,
seu diálogo é cheio de humor e sua narrativa
transborda de reflexões sobre identidade e redenção.”
[The Washington Post]

capa-paraiso-perdido-cees Com mão delicada e precisa, circulando entre vários narradores, tempos e espaços, Cees Nooteboom, um dos maiores escritores holandeses em atividade, cria uma bela fábula de encontros e desencontros, pontuada de aventuras amorosas e existenciais.

Alma e Almut são brasileiras, jovens e bonitas. Netas de alemães, historiadoras da arte, viajadas, vivem no conforto dos Jardins, em São Paulo, até Alma ser estuprada nas imediações de uma favela. As duas amigas resolvem, então, buscar outros ares num país que sempre as deslumbrara: Austrália.
Ali, as duas pretendem entrar em contato com a cosmogonia e a cultura milenar do país. Porém, enquanto Alma, a mais espiritual, busca “exorcizar um demônio”, sua amiga Almut se ocupa em levantar algum dinheiro trabalhando. Depois que Alma se envolve num rápido affaire com um inescrutável pintor aborígene, as duas amigas partem para a cidade de Perth, onde arranjam trabalho vestidas de anjos em uma performance artística durante um festival, episódio inspirado num fato real.

Da Austrália, a trama, habilmente construída com avanços e recuos no tempo e no espaço, deságua em Amsterdã, onde encontraremos Erik Zondag, um amargo, cético e divertido crítico literário. De partida para um spa na Áustria, onde tentará perder peso e se curar de um insidioso alcoolismo, ele não imagina que o acaso o levará a um reencontro com o passado.

Cees Nooteboom, “um dos maiores romancistas modernos”, na opinião da escritora e crítica inglesa A. S. Byatt, e certamente um dos mais importantes autores da Holanda, faz jus, em Paraíso perdido, à reputação que tem de “estilista cuidadoso da prosa, com notável inclinação filosófica”, nas palavras do Nobel de literatura J. M. Coetzee.

Paraíso Perdido
Cees Nooteboom
Companhia das Letras, 2008.
Tradução: Cristiano Zwiesele do Amaral
Capa: warrakloureiro
Brochura, 160 páginas
ISBN: 9788535912296
R$ 32,00

Fonte: Companhia das Letras

Celular

terça-feira, maio 27th, 2008

Epifanias do cotidiano

Primeiro autor de língua alemã a participar da FLIP lança livro de contos

Um dos seis melhores romancistas jovens da Europa.
[New Yorke Yorker]

Convidado da Festa Literária Internacional de Paraty, Ingo Schulze, 46, é um cidadão em constante deslocamento. O escritor natural de Dresden já visitou dezenas de países para fazer leituras públicas e participar de eventos literários. Seus livros também circulam bastante pelo mundo nas 27 línguas em que foram traduzidos. Depois de escritores da Espanha, França e Argentina, a Cosac Naify leva à 6ª edição da FLIP um grande talento da literatura alemã atual Schulze foi considerado pela New Yorke um dos seis melhores escritores jovens da Europa contemporânea.

Com diversos prêmios e elogios da crítica internacional, Schulze foi chamado pelo seu conterrâneo Günter Grass de “o nosso novo escritor de épicos”. Celular - treze histórias à maneira antiga recebeu o prêmio de melhor livro de ficção na Feira de Leipzig de 2007. Nessa coletânea de contos, Schulze narra os encontros e desencontros de personagens comuns, com simplicidade e linguagem saborosa, desmistificando a fama de que a literatura alemã seja cerebral demais e para poucos.

O pano de fundo da antiga Alemanha Oriental, onde o escritor nasceu e morou, aparece às vezes com toques do filme Adeus Lênin!, porém sem a Ostalgie, a dita nostalgia do Leste, mostrando como a vida de ocidentais e orientais se transformou nesses quase vinte anos após a queda do Muro. Na verdade, tudo mudou. Sejam as novas configurações da família quando o homem cuida da casa, e a mulher trabalha fora, ou histórias de paternidade descoberta tardiamente, o vandalismo gratuito, o medo do terrorismo, das guerras, a decadência do Leste Europeu pós-comunista.

Em Celular, muitas vezes basta um olhar mais irritado para mudar profundamente a aparência harmônica de um novo amor, a relação entre vizinhos ou uma descontraída viagem de férias. Seja num cabeleireiro em Manhattan ou em uma casa de campo perto de Berlim, há sempre uma atmosfera de tensão pairando nas histórias que aparentam tratar das coisas mais banais. Mas essas situações, quando vistas pelas lentes do grande observador que é Schulze, são tratadas com humor e linguagem apurada.

Os contos falam desses deslocamentos da felicidade, nos quais os personagens se defendem contra um mundo em constante aceleração, o mundo do celular, do tempo do celular, este aparelho que nos torna excessivamente comunicáveis e que não nos permite sumir ou ficar em silêncio. E Schulze reflete justamente sobre isso, e sobre sua condição de escritor diante dessa realidade.

Assim, ele constrói essas complexas teias de relações do cotidiano prosaico com extrema habilidade, e com este livro moderno se mostra um grande narrador - à maneira antiga.

Celular – Treze histórias à maneira antiga
Ingo Schulze
Tradução e posfácio: Marcelo Backes
Orelha: Márcio Seligmann-Silva
Brochura - 352 páginas
R$ 45,00
ISBN 978-85-7503- 713-3

Fonte: Cosac Naify

Ainda há pousadas

terça-feira, maio 27th, 2008

É claro que não podemos alimentar enormes esperanças de boas acomodações faltando pouco mais de um mês para o início da VI FLIP. Algumas pousadas fazem a pré-reserva de seus hóspedes para o próximo ano assim que o evento termina. Outras ficam completamente indisponíveis para reservas externas à produção do evento. Mas há boas pousadas que oferecem bons serviços e boa localização, sim - e quanto mais cedo a reserva for feita, melhor. Não foram poucas as pessoas que aconselharam que o contato para reserva fosse feito em março, talvez em fevereiro. Pois bem. Mesmo sem saber a programação as pessoas já sabem que querem estar na FLIP, não parece estranho? Mas é assim. A festa acontece independente da programação. Os convidados já vão antecipando tudo, mesmo sem os convites nas mãos.

Pois bem. Na relação de pousadas ainda há boas possibilidades, mesmo nas opções econômicas. O que consiguimos checar ao vivo durante os dias em que estivemos em Paraty foi que ainda havia os apartamentos e vagas abaixo:

- Pousada Recanto da Ladeira: dois apartamentos triplos (R$ 1.580,00) e um apartamento duplo (R$ 1.050). Um lugar muito agradável!

- Pousada do Forte: dois apartamentos casal (R$ 1.760,00). É grande, mas fica lotado.

- Hostel Don Quixote: três camas em um quarto e seis em outro (R$ 70,00 por dia e por pessoa). Opção econômica em pleno Centro Histórico.

- Solar D’Alcina: três apartamentos disponíveis (superior R$ 1.650,00). É nova e é encantadora, além de oferecer um café da manhã natural e com muitas opções de pães e biscoitos (nada de presunto).

- Pousada Coco Verde: quatro apartamentos (casal R$ 1.200,00). É possível negociar se fechar reserva com mais de um apartamento.

- Pousada Tucano: apartamentos casal por R$ 1.000,00, perto das Tendas da FLIP.

- Mar Cel - apartamentos casal por R$ 1.000,00. Fica perto das Tendas da FLIP, tem atendimento simpático e oferece café da manhã e da tarde.

Mas os itens acima não são as únicas opções. É preciso checar cada pousada (por telefone ou e-mail) porque ainda há vagas em várias delas. Mesmo nas que estão aparentemente lotadas, pois pode haver alguma desistência nas reservas. Então, o ideal é não desistir e procurar o que seja adequado aos seus dias de FLIP. Não demore pensando porque as reservas para hospedagem definitivamente não precisam de uma programação oficial, elas andam por si.

Boa sorte nas buscas!

Dos dias em Paraty

sábado, maio 24th, 2008

Estivemos em alguns lugares, como pousadas e restaurantes, para conferir condições e preços e alimentar a página de Dicas. Estivemos na Casa Azul (que é branca). Passeamos pelo terreno onde a Tenda dos Autores deve ser montada. Vimos que a casa onde normalmente funciona a Sala de Imprensa está praticamente inabitável e passando por uma reforma profunda (ou seja, não sabemos onde será instalada a sala de imprensa neste ano, mas definitivamente não será no mesmo local). Encontramos o Caio Carmacho pelas esquinas nos momentos mais improváveis - detalhe é que não combinamos tais encontros e nem ele sabia que estaríamos por lá. Encontramos, também ao acaso, o poeta Flávio Zangareio na Praça do Chafariz e ele nos contou um segredo em OFF, e assim o manteremos até segunda ordem. Falamos com as pessoas da cidade, o pessoal dos barcos, dos bares, das lojas. Uma mocinha viu as câmeras fotográficas e nos perguntou o que estávamos procurando. Respondemos que estávamos fazendo uma pesquisa sobre a FLIP e comentamos que não sabíamos ao certo quais os autores viriam. Ela respondeu: “É Machado de Assis”. Sorrimos e dissemos que este era o autor homenageado, mas havia outros escritores que ainda confirmariam participação no evento. Ela foi rápida: “Ah, não se preocupem! Virão todos. Quando chega a FLIP tá todo mundo aí, todos eles!” Então ficamos mais aliviados. Ela deve estar certa.

Novidades

sexta-feira, maio 23rd, 2008

Depois de uma rápida passada por Paraty, voltamos com as malas pesadas de novidades. Algumas precisam de uma leve organização, outras são segredos em “Off” e não poderemos contar ainda.

O pessoal da Casa Azul nos informou que o novo site para a VI FLIP deve entrar no ar na próxima semana.

Sobre a programação oficial, a Assessoria de Imprensa informa que já tem todos os nomes dos autores e a programação completa deve ser anunciada em coletiva de imprensa até o final da semana que vem.

As vendas antecipadas dos ingressos, de acordo com a A4, começam a partir de 10 de junho.

Estamos preparando mais informações sobre os autores brasileiros na VI FLIP.

Direto de Paraty, dicas econômicas!

terça-feira, maio 20th, 2008

Estamos aqui em Paraty. Descobrimos algumas coisas interessantes. Aí vai um pequeno pacote de dicas:

Pousada Coco Verde
Ainda possui 4 aptos para FLIP, custando R$ 1.200,00 o pacote (de 02 a 06/07) para duas pessoas incluindo ar condicionado, TV, Frigobar, e café da manhã. Há possibilidade de desconto em caso de fechar ao mesmo tempo dois aptos. Também há possibilidades de aptos para 3 ou 4 pessoas, tudo negociável com a Heloisa (moça simpática), basta ligar ou enviar um e-mail.

O lugar é agradável, com boa iluminação, próximo ao centro histórico.

Fica na Rua João Luiz do Rosário, 03 – Bairro Fátima
Fone: (24) 3371 -1039
pousadacocoverde@hotmail.com  – Heloiza.

Hospedagem econômica? Vamos falar mais a respeito aqui.

Para pagar muito menos e dispor de um ambiente menos privado, porém confortável, a opção é o Don Quixote Hostel. Lá o Saul nos informou que ainda há disponibilidade de um quarto com três camas e outro com seis camas. São quartos com banheiro privativo, armários individuais com chave e café da manhã, além de possibilidade de acesso à Internet. O valor das diárias para os dias 02 a 06 de julho é R$ 70,00 por pessoa. Mas é preciso ligar e fazer a reserva com antecedência porque a procura está aumentando. O Hostel também disponibiliza uma cozinha aos seus hóspedes (outra boa medida econômica).

O preço pode até parecer salgadinho, mas se você comparar aos valores de pacotes das pousadas verá que existe uma diferença interessante, já que no Hostel o custo total dos quatro dias é de R$ 280,00.

No Don Quixote também existe um cyber, disponível a todos. O uso da Internet por meia hora custa R$ 2,00 e por uma hora custa R$ 3,00.

Fica na Rua da Lapa, 07 – Centro Histórico
Fone: (24) 3371-1782
Site: www.donquixotehostel.com
E-mail: reservas@donquixotehostel.com
MSN: donquixotehostel@hotmail.com

Comidinhas

Descobrimos um “restaurantezinho” pra lá de simpático, com comida honesta e preços mais ainda. É o Tempero Brasileiro, onde a Maga oferece um almoço que chama de “prato do dia” (e cada dia é mesmo um prato diferente, às quartas-feiras, por exemplo, é feijoada) com um preço de (sim, acreditem!): R$ 6,00. A Maga diz que vai manter o mesmo preço durante a FLIP. O restaurante é novinho, abriu há seis meses e por enquanto funciona servindo só almoço e marmitex, mas há planos para servir jantar também até julho.

Mas o Tempero Brasileiro não fica só no prato do dia, não. Também oferece saborosos pratos individuais a la carte com preços entre R$ 8,00 e R$ 10,00. Entre as possibilidades por R$ 8,00 estão: filé a parmegiana com arroz e fritas; filé de peixe ao molho branco e queijo gratinado com arroz e fritas;prato da casa feito de salada especial com grelhado e arroz; filé de peixe grelhado ao molho de alecrim, acompanhado de arroz e salada; frango ou filé à brasileirinha (grelhado com alho) acompanhado de arroz, banana à milanesa e salada; lasanha à bolonhesa; supremo de frango ou filé (à milanesa com presunto e queijo) acompanhado de arroz e salada; massa ao molho branco ou ao alho e óleo acompanhada de um grelhado, espetinho misto acompanhado de arroz, feijão e farofa. Entre os pratos que custam R$ 10,00 é possível optar por: um contra-filé com fritas acompanhado de arroz e banana ou peixe ao molho de camarão acompanhado de arroz e salada. Refrigerantes em lata por R$ 2,00, sucos por R$ 3,00, cerveja em lata por R$ 3,00, sobremesas por R$ 3,00.

Bom, né?
Atesto e dou fé que o ambiente é limpinho, familiar e bem agradável. Anote aí para conferir: Rua José Vieira Ramos, 15 Centro (próximo ao Centro Histórico), fone (24) 3371-1936.

Outra ótima opção para duas pessoas é o Restaurante Galeria do Engenho que tem 31 anos de tradição em Paraty e garantem que a refeição (mesmo em dias de FLIP) não demora mais do que 15 ou 20 minutos depois de feito o pedido. Para grupos há possibilidade de preços especiais (basta ligar e conversar). Os preços para duas pessoas ficam entre 20 e 25 reais (opções como filé de peixe com molho de camarão por R$ 24,90; contra-filé com purê por R$ 19,90; Omelete de camarão por R$ 22,90).

Fica no Centro Histórico, na Rua da Lapa, 18 – Fone (24) 3371-1680

Quase na esquina da Praça do Chafariz há (não por acaso) o Restaurante Chafariz que serve uma boa comida em pratos executivos ou à minuta. Entre as sugestões para duas pessoas estão o frango com fritas (R$ 19,90), frango à parmegiana (R$ 25,70), contra-filé com fritas ou contra-filé com legumes (R$ 21,90), filé de peixe com camarão (R$ 32,80), filé de peixe amazonas (R$ 37,60), moqueca de peixe (R$ 37,90) e posta de peixe com salada (R$ 32,80). Os pratos individuais variam de R$ 13,00 a R$ 16,00.

Agora, para os que (como eu) não resistem a uma lula à doré feita com perfeição, é indispensável dar uma passada pelo Restaurante Sabor do Mar. Peixes e frutos do mar estão sempre fresquinhos com absoluta garantia. Não é lugar para economizar, mas é lugar para ser feliz. Um prato bem servido de lula à doré sai por R$ 27,00; bolinhos de bacalhau custam R$ 15,70 (porção com 6 unidades). Para almoçar ou jantar há frutos do mar em feijoadas, paellas, spaguetti, bobó e caldeiradas com preços entre R$ 80,00 para duas pessoas; também moquecas para duas pessoas entre R$ 72,00 e R$ 78,00 (de peixe, camarão, polvo ou lula, além das lagostas com preço mais alto). Os pratos individuais como risoto de camarão ou de lula, fies de peixes, spaguetti com frutos do mar ou nhoque ao molho de camarão saem em média por R$ 37,00.

Fica na Rua Domingos Gonçalves de Abreu s/n no Centro Histórico, próximo à Praça do Chafariz. Fone: (24) 3371-1872) – www.eco-paraty.com/sabordomar

Mais econômico, embora da mesma rede, é o Restaurante da Sabor da Terra que oferece comida por quilo em um buffet com saladas, pratos quentes, frutos do mar, peixes, carnes, massas, risotos e o grill com churrascos e peixes feitos na hora. É um restaurante de ótima qualidade que custa apenas R$ 23,00 o quilo e foi eleito o melhor self-service de Paraty, portanto, imperdível.

Fica a cem metros do Centro Histórico, na Av. Roberto da Silveira, 180, fone (24) 3371-2384 e 3371-1872. Aberto todos os dias das 11h às 22h e aceita ticket refeição.
Site: www. paraty.com.br/sabordaterra

Comidinha caseira bem ao lado da Casa Azul, portanto pertíssimo da Tenda dos Autores (à direita de quem sai da tenda) tem no Bar da Terra. Há sempre uma sugestão da casa para duas pessoas: hoje era arroz, feijão, salada além de carne, peixe ou frango. O prato executivo sai por R$ 10,00 e a quentinha por R$ 5,00 (hoje era frango com batata ou strogonof de frango). Também servem pratos a la carte.

Então, daqui a pouco enviaremos mais dicas direto de Paraty. O que é que a gente não faz pela felicidade dos flipeiros, hein? Olha o sacrifício que é estar aqui em pleno azul de maio… só vendo para acreditar. Cidade linda que dói.